quinta-feira, 19 de maio de 2011

Perfil do grupo de coordenadores pedagógicos do curso

Os saberes necessários ao coordenador pedagógico: reflexões, desafios e perspectivas


Por Vandy Lima
(formadora)



Com o propósito de alinhar e discutir alguns saberes fundamentais a prática educativa  dos coordenadores de escola, trinta e cinco profissionais com experiências entre  um a trinta e dois anos no magistério,  inscreveram-se neste curso. Todos possuem graduação e doze pós graduação, um bacharel e  a maioria já realizou em média cinco cursos de atualização e aperfeiçoamento de curta e média duração.
A maioria pontua que ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar possibilidades para a sua produção e ou construção. Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender e sendo assim muitos buscam ampliar esse conhecimento junto com o seu grupo de trabalho, por meio de novas vivências e retomar os desafios próprios da função. O ato de aprender precede o ensinar, em outras palavras ensinar se dilui na experiência realmente fundamental de aprender. Quanto mais criticamente se exerça a capacidade de aprender tanto mais se constrói e desenvolve o que chamamos curiosidade epistemológica, sem o qual não alcançamos o conhecimento ( FREIRE, Pedagogia da autonomia)

Uma grande preocupação desse grupo, em que dezesseis deles tem menos de um ano na função de coordenador pedagógico, é desenvolver uma escuta atenta, pois ensinar exige  saber escutar e é sabendo escutar que aprendemos a falar. Somente quem escuta paciente e criticamente o outro, fala com ele, mesmo que em certas condições, precise de falar a ele. O que jamais faz quem aprende a escutar para poder falar com e falar impositivamente. Até quando, necessariamente, fala contra  posições ou concepções do outro, fala com ele como sujeito da escuta de sua fala crítica aprende a difícil lição de transformar o seu discurso, às vezes necessário.

Mesmo os 50% do grupo que já tem entre 1 e 10 anos na função preocupam-se e entendem o espaço pedagógico como um texto a ser lido, interpretado, escrito e reescrito. Sendo assim quanto mais possibilidades de aprendizagem democrática houver melhor e  a presença do coordenador dever revelar a capacidade de analisar, comparar, avaliar, decidir, optar, de romper com paradigmas: “ Minha capacidade de fazer justiça, de não falhar à verdade. Ético, por isso mesmo, tem que ser o meu testemunho.”

Todos priorizam a formação permanente como caminho para atender as exigências da função que prevê um profissional com base teórica adequada, provocador de boas reflexões, foco no pedagógico, credibilidade do grupo, fazer a diferença, pois ensinar exige consciência do inacabado. Esse é o ponto de partida para quem se dispõe a ser formador de professores. Onde há formação há inacabamento. E se tenho essa consciência posso ir além dele com responsabilidade e ética tornando-nos automaticamente educáveis. O respeito à autonomia  e a dignidade de cada um é um imperativo ético e os sujeitos  dialógicos aprendem e crescem na diferença, sobretudo no respeito a ela, ensinar exige bom senso, rigorosidade metódica ,segurança, humildade e pesquisa. Ensino porque busco, porque indago e me indago, educo e me educo. Pesquiso para conhecer  o que ainda não conheço e comunicar o anunciar a novidade.

Um dos saberes essenciais a qualquer educador  é acreditar que tem nas mãos o poder da mudança: ensinar exige a convicção de que a mudança é possível e que o seu papel na educação não é só na constatação, mas de quem intervém como sujeito. Não somos objetos da história, mas sujeitos igualmente, portanto constatamos para mudar... tarefa incomparavelmente mais complexa e geradora de novos saberes

No papel de coordenadores pedagógico jamais podemos ocupar uma posição neutra, pois somos os verdadeiros pensadores da educação, o que implica em  decisão, escolha , intervenção.É a  partir desse saber fundamental: mudar é difícil, mas é possível, que devemos programar nossas ações na busca de saberes específicos em que minha curiosidade se inquieta e  minha prática se baseia. É preciso ler a leitura do mundo a realidade e as necessidades da escola e criar a dialogicidade entre gestores, professores, alunos...de forma aberta, curiosa, indagadora e não apassivada, enquanto fala e enquanto ouve.  O que importa é que todos sejam concebidos como protagonistas da aprendizagem.

Antes de qualquer tentativa de discussão de técnicas, métodos... o indispensável mesmo é que o coordenador  ative a curiosidade dos professores,pois é ela que me faz perguntar,  conhecer, atuar, reconhecer. Não devemos pensar apenas sobre os conteúdos que vem sendo expostos ou discutidos pelos professores, mas a maneira aberta, dialógica, ou mais fechada e autoritária, com que este ou aquele professor ensina.


Que possamos juntos construir os verdadeiros saberes necessários ao coordenador pedagógico, na condição de nos arriscarmos, pois  o próprio pensar certo é a disponibilidade ao risco, a aceitação do novo que não pode ser negado ou acolhido só porque é novo, assim como o critério e recusa ao velho não é apenas o cronológico... o velho que preserva sua validade ou que encarna uma tradição ou marca uma presença no tempo, continua novo. E nos assumirmos como seres pensantes, comunicantes, transformadores e criadores, realizadores de sonhos, capazes de ter raiva porque somos  capazes de amar.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

"DIA MUNDIAL DE CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO"

A EMEF. Professora Dalva Barbosa Lima Janson, não deixou passar em branco o “Dia Mundial de Conscientização do Autismo” e se vestiu de azul para promover a informação e orientação ao tema.
Durante a semana que antecedeu o dia 02 de abril, houve uma grande mobilização entre os professores, ADEs, PAPs e funcionários em geral em torno do assunto e na véspera da data a maioria aderiu e veio trabalhar vestidos de azul.
Todos os alunos assistiram a um vídeo da Turma da Mônica onde foi apresentado o André, um personagem autista e de maneira lúdica todos tiveram a oportunidade de conhecer as características de uma criança com o espectro autista.
Houve também o emocionante depoimento da professora Kátia, mãe do autista Henrique de 19 anos, onde através do relato de sua vivencia com o filho nos deu uma lição de paciência, amor e perseverança.
Os alunos do AEE confeccionaram arranjos com flores azuis, que na ocasião foram dados de presente às professoras.
Todo esse movimento e mobilização aconteceram pelo fato da inclusão está inerente no coração e na prática dos profissionais da EMEF. Dalva Barbosa.
Agradeço imensamente a colaboração de toda a equipe!
Professora Cidinha Pelegrina

segunda-feira, 2 de maio de 2011

TEXTO DE APOIO- PALESTRA INDIGENISTA


Prefeitura do Município de Taboão da Serra
Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia
Departamento de Formação


UM OLHAR SOBRE OS INDÍGENAS BRASILEIROS

A escola é  acima de tudo organizada  para formar cidadãos que vão conviver numa  sociedade multicultural. A formação de um cidadão do mundo, num planeta completamente interligado  exige entender o diferente sem julgamentos de valores morais ou religiosos. Por outro lado , perceber   a diferença  muitas vezes gera o desejo de explicar, ou entender a diferença.  Como afirmou Einstein : tudo depende do ponto de vista.

Ao longo dos anos fomos fortalecendo a memória do “inconsciente coletivo”, sobre as questões indígenas, onde as visões estereotipadas oscilaram e oscilam  entre a concepção romântica de um indígena puro, inserido na natureza, ingênuo  e um índio bárbaro, selvagem e preguiçoso, empecilho para o progresso.

A primeira idéia que a maioria dos brasileiros tem sobre os índios é de que eles constituem um bloco único , com a mesma cultura, compartilhando as mesmas crenças e língua. O Tupinambá, o Mura, o Cariri Xocó, o Coropó , deixam de ter e ser cada qual em sua etnia, para se transformarem no “índio”, isto é, no “índio genérico”, aquele que se move em seus tambores, maracás , colares, pinturas corporais, danças ao redor do fogo.

Considerar as culturas indígenas como atrasadas e primitivas é um grande equívoco. Os povos produziram e produzem   saberes, ciência, arte refinada, literatura, poesia, música e religião. Muitos grupos indígenas realizaram experimentação genética com plantas, diversificando e enriquecendo as espécies. Só na região do rio Uaupés, afluente do Rio negro, no Amazonas, uma pesquisadora americana, Janete Chernella, em 1986, identificou  137 cultivares diferentes de mandioca entre os índios  Tukano.

O nosso maior desafio como educador, é perceber a figura do índio como sujeito da história, como sujeito que compartilha com os demais brasileiros o direito de ser e estar na sua terra brasilis.  Paulo Freire alerta sobre o perigo de considerarmos o outro, o diferente em nossa sociedade, como alguém que precisa de algo, demandando alguém que faça por ele, que aja por ele. Devemos ir além do olhar, refletindo  também que o Brasil não conhece o Brasil, penetrando nas mil faces e na possibilidade de uma só pátria, sem hegemonizar o pensamento e a identidade.

Nesse ritmo, a história possui uma oportunidade de ser tecida de outra forma, buscando a perspectiva étnica ,perpassando pela organização dos currículos escolares consagrado pelos novos saberes e significados, ordenando de modo significativo, sem apego exclusivo em datas comemorativas, efetivando a lei 11.645/2008, que alerta o artigo 26-A da LDB.

Só transformamos aquilo que verdadeiramente é importante para o nosso caminhar, portanto como educador só poderemos desconstruir o imaginário coletivo, observando o Brasil além da “terra a vista”, porque corpo e território se colam na imagem da “Terra Mãe”, abrindo espaço para uma  afinidade com todos os outros seres que nela habitam, nesse imenso caleidoscópio de relações humanas.


Equipe de Formação
SEDUC- 2011





BIBLIOGRAFIAS
BERGAMASCHI, Maria Aparecida Povos Indígenas & Educação - Porto Alegre, 2008. ( série projetos e práticas pedagógicas).

RICARDO, F. Terras indígenas & unidades de conservação da natureza: o desafio das sobreposições. São Paulo: Instituo Sócio –Ambiental, 2004.

CARNEIRO DA CUNHA, M. Antropologia do Brasil: mito, história e etnicidade. São Paulo. Brasiliense/ EDUSP. 1986.

CALLEFI. P. Índios no século XXI. In: Diálogos Latinos Americanos, Dinamarca, Centro de Estudos. Universidade de Aarhus. 2003.

SCANDIUZZI, P.P.Educação indígena X educação escolar indígena: uma relação etnocida em uma pesquisa etnomatemática. São Paulo: Editora UNESP, 2009.


SUGESTÃO DE VÍDEOS
Paulo Freire reflexões  ( Grupo Banzo- 1983- Vivência de Paulo Freire sobre a educação indígena)

Terras Vermelhas - Um grupo de índios Guarani-Kaiowá vive em uma fazenda trabalhando em condições de escravidão e ganham alguns trocados para posarem de atração turística. Eles decidem reivindicar a devolução das terras de seus ancestrais e começa um grande conflito com os fazendeiros.



Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.
Art. 26-A.  Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
§ 1o  O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil.
§ 2o  Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras.” (NR)


VIVENCIA O.T 12.04






PAUTA 12.04 ( EMI/EMEF)

Prefeitura do Município de Taboão da Serra
Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia
formacao@educataboao.com.br

Orientações técnicas
Coordenadores de EMEF
12/04/2011
Nada é mais deficiente que o preconceito e nada mais eficiente que o amor.
 (Val Marques)
O currículo em ação
Aprendizagem baseada em projetos

Objetivos

Ø       Socializar as aprendizagens das vivências culturais
Ø       Refletir sobre questões estruturais do currículo que permeiam os projetos
Ø       Orientar a visita  ao espaço LARAMARA

  1. Ouvir para refletir: Antes que o mundo acabe- Casa de cinema de Porto Alegre

  1. Rede de idéias

ü Cantos de impressões : Vertentes
      Para refletir: Quais são os novos observáveis a partir das vivências? Quais os procedimentos do coordenador para potencializar esses temas nas escola?
ü Impressões de viagem: África – profª Mônica Mantovani

  1. Café
                    
     4.Trabalho em grupo: As questões estruturais que permeiam os projetos                        
ü Análise de projeto institucional à luz das diretrizes do currículo escolar
     6. Orientações para visita monitorada no LARAMARA

    7.Tarefa
ü Devolutiva das pautas de HTPC



7.1 Registrar as primeiras ações para o monitoramento dos projetos pedagógicos
7.2. Enviar as pautas dos HTPC (formação em serviço) para: formacaotaboao@hotmail.com
 e  (supervisao@educataboao.com.br); toda  6ª feira anterior ao encontro.

PROXIMO ENCONTRO 26/04-SETORIAL (coordenador-diretor -supervisor e  departamento de Educação). Horário e local a confirmar

Departamento de Educação

POESIA CARLOS DRUMMOND

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE TABOÃO DA SERRA
Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia.
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO


Amar ( Carlos Drummond de Andrade)
Que pode uma criatura,
senão entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?  ( 1)

Que pode, pergunto, o ser amoroso
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia? (2)

Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina
. (3)
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor. (4)

Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita. (5)
Que pode uma criatura senão,
senão entre criaturas, amar?  (Todos )

PAUTA FUND II

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE TABOÃO DA SERRA
          SEDUC- Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia.
Departamento de Educação




“Educação se faz com seres humanos. Alunos, famílias e professores. Quando esse negócio chamado "ser humano" entra no processo, o bolo desanda. Cada um deles é diferente de todos os outros. Cada um assa numa temperatura diferente, cada um dá ponto num momento diferente”.

(Fabio Adiron).


PAUTA DA REUNIÃO DE GESTORES FUND II
15/04/2011


OBJETIVOS:

1-     Estabelecer uma diretriz conceitual sobre os planos pedagógicos e projetos.

PROPOSTAS:

·        Apresentação das ações das U.E`s.
·        Avaliação e reflexão em conjunto frente a fundamentação conceitual.
·        Encaminhamento dos projetos institucionais e didáticos.




                                                                                                                Equipe de Formação

PROPOSTA CULTURAL

VIVÊNCIAS CULTURAIS - SEDUC
OBJETIVO:
Potencializar o conhecimento cultural  dos coordenadores de PAC ,EMI e  EMEF, possibilitando multiplicadores do “saber” , refletindo cada qual em sua Unidade Escolar, intensificando o cooperativismo e o valor das vivências.
CRONOGRAMA:

MÊS
LOCAL
TEMÁTICA

DIA 29/03
Saída : 8hs
Retorno: 13hs

Público Alvo – 50 coordenadores da EMEF


Museu Afrobrasil
Av.Pedro Alvares Cabral, s/n
Pavilhão Pe. Manoel da Nobrega – Parque Ibirapuera – Portão 10-  CEP 04094-050- São Paulo – SP
Telefone: (11) 3320-8921


Reflexão sobre a cultura e imaginário da população negra através das temáticas:
·        Diversidade
·        Trabalho
·        Religiões afros
·        Sagrado e Profano
·        História e Memória
·        Artes plásticas

DIA 08/04
Saída : 12hs
Retorno: 16hs
Público Alvo – 30 coordenadores da EMI







Museu Afrobrasil
Av.Pedro Alvares Cabral, s/n
Pavilhão Pe. Manoel da Nobrega – Parque Ibirapuera – Portão 10-  CEP 04094-050- São Paulo – SP
Telefone: (11) 3320-8921


Reflexão sobre a cultura e imaginário da população negra através das temáticas:
·        Diversidade
·        Trabalho
·        Religiões afros
·        Sagrado e Profano
·        História e Memória
·        Artes plásticas

 DIA 03/05

LARAMARA
Saída : 12hs
Retorno: 17hs
Público Alvo – 40 coordenadores da EMI


LARAMARA

Endereço: Rua Conselheiro Brotero, 353 - Barra Funda, São Paulo, SP.

Foco:
É um espaço de referência no trabalho em parceria com a família, escola e comunidade para a promoção do processo de aprendizagem e desenvolvimento da pessoa com deficiência visual.

10/05

LARAMARA
Saída :  12hs
Retorno: 17hs
Público Alvo – 40 coordenadores da EMEF


LARAMARA

Endereço: Rua Conselheiro Brotero, 353 - Barra Funda, São Paulo, SP.

Foco:
É um espaço de referência no trabalho em parceria com a família, escola e comunidade para a promoção do processo de aprendizagem e desenvolvimento da pessoa com deficiência visual.

DIA 24/05
Saída : 12hs
Retorno: 16hs
Público Alvo – 40 coordenadores da EMEF


MAM
Parque do Ibirapuera, portão 3 - s/nº
São Paulo - SP - Brasil
04094-000

Tel.:(11)5085-1300

Exposição:
“ Morada Ecológica”- retrata a moradia sustentável e as relações de respeito ambiental com formação aos educadores no espaço educativo

DIA 29/05
Saída : 18hs
Retorno: 23hs
Público Alvo – 40 alunos da EJA


MUSEU DE ARTE BRASILEIRA

Rua Alagoas, 903 - Higienópolis
São Paulo- SP

Tel-(11) 3662-7198

Exposição:
O visitante terá a oportunidade de apreciar obras de artistas brasileiros e estrangeiros radicados no Brasil, representantes das artes visuais nacionais do século XX e da primeira década do século XXI. Obras de Anita Malfatti, Flávio de Carvalho e Oswaldo Goeldi, notáveis artistas do movimento modernista brasileiro, são as grandes atrações da mostra pela quantidade de obras que os representa, pela qualidade artística das mesmas e, fundamentalmente, por serem os mais significativos expoentes do Expressionismo nas artes visuais brasileiras.


DIA 14/06
Saída : 12hs
Retorno: 16hs
Público Alvo – 40 coordenadores da EMI








MASP
Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand
Avenida Paulista, 1578 - Cerqueira César
CEP 01310-200 - São Paulo

Telefone  11 - 3251-5644


Foco:
Apreço ao acervo permanente retratando as  tendências artísticas com vivência no ateliê de construção.

DIA 09/08
Saída : 12hs
Retorno: 16hs
Público Alvo – 40 coordenadores da EMI
DIA 26/08
Saída : 12hs
Retorno: 16hs –
Público Alvo – 30 coordenadores da EMEF


MAM
Parque do Ibirapuera, portão 3 - s/nº
São Paulo - SP - Brasil
04094-000

Tel.:(11)5085-1300


Exposição:
“Portinari” :
Apreciação e reflexão sobre as obras do acervo particular de Portinari com formação aos educadores no espaço expositivo.


Proposta de mediação:
Oferecer “Orientações Técnicas” como subsídios para as visitas