quinta-feira, 22 de setembro de 2011

PROPOSTA DE TRABALHO PARA CURSISTAS DO GESTAR 2 - LÍNGUA PORTUGUESA

 Lemos, entre muitos outros fins, para:
ü      Obter informações gerais,
ü      Obter uma informação precisa,
ü      Aprender determinado tópico,
ü      Analisar e comparar dados ou posições,
ü      Refletir,
ü      Divertir,
ü      Devanear ou evadir-se.

Esses objetivos não são únicos, nem são sempre muito distintos. Às vezes, se superpõem. A obtenção de informação, por exemplo, está, em alguma medida, em qualquer tipo de leitura.
Veja, por exemplo, o caso da literatura: aparentemente, o texto menos comprometido com a informação exata, com a chamada “realidade”, é o literário. Da mesma forma, as artes, sempre com um pé na fantasia (ainda que pensem que não), poderiam não nos parecer “boas informantes”. No entanto, cada vez mais, somos testemunhas de professores de outras disciplinas recorrendo ao romance, à crônica, ao poema, ou à letra da composição musical, ou às telas de determinado pintor, para melhor explorar certo conteúdo, seja de História, de Geografia, de Matemática, ou outro qualquer.
Por outro lado, já vimos em várias oportunidades que buscamos textos diferentes, em função de nossos objetivos: em princípio, realmente, certos textos têm melhores condições de oferecer certo tipo de leitura.
É claro que, para nos informarmos sobre o significado de uma palavra, por exemplo, dislexia, vamos procurar o dicionário. Se o assunto nos interessar de modo especial, partimos para a consulta de enciclopédias, ou de artigos de revistas de divulgação científica, ou até de livros sobre a questão.
Nesses casos, a relação entre nossos objetivos de leitura e a seleção de material de leitura é bastante evidente. Em outros termos, há textos criados expressamente para nos ajudar a atingir determinado objetivo de leitura.
Essa correlação, no entanto, não é obrigatória. Costumamos relacionar literatura com evasão, uma atividade gratuita e sem compromisso; no entanto, em muitos momentos o texto literário é fonte de estudo e pesquisa. O artigo que lemos numa revista semanal, como Veja ou Isto é , para “estar em dia com o mundo”, obter informações gerais, pode transformar-se em matéria de estudo, e o lemos para aprender, analisá-lo, compará-lo com outros. Por outro lado, conhecemos pessoas perfeitamente capazes de se divertir e esquecer o mundo resolvendo questões de Matemática...
Todas essas considerações nos levam a um ponto central na questão dos objetivos de leitura: eles é que definem não só a procura do texto a ser lido como também os procedimentos de leitura e a compreensão dele, além do empenho feito no ato de ler.

Na escola, uma questão fundamental a resolver é a dos objetivos de leitura dos alunos. O que eles lêem nos limites da escola quase sempre corresponde a objetivos de leitura do professor e da instituição escolar.
Sabemos que qualquer experiência na vida de uma pessoa tende a ter melhores resultados quanto mais ela atende a objetivos claros e verdadeiros para o sujeito que a vivencia. Com a leitura não é diferente: quanto mais ela tiver um objetivo para o aluno, mais ele vai buscar o material mais adequado, ou vai ler com mais disposição o que lhe é oferecido, e com mais facilidade vai compreendê-lo.
É essencial, pois, que o professor tente ajudar seu aluno a desenvolver a consciência da importância, não só de ler, como também dos diferentes tipos de leitura. Isso não se consegue repetindo à exaustão o discurso de que “ler é preciso”, “ler é viajar”, “quem lê sabe mais”. O que nós, professores, temos de tentar a todo o momento é conhecer os interesses dos alunos, ter clareza quanto ao que eles sabem e oferecer-lhe materiais e experiências de leitura capaz de mobilizá-los. Quer dizer: tornar a leitura verdadeiramente significativa implica criar nos alunos motivos para ler, ou, em outras palavras, ajudá-los a ter necessidade de ler.
A) Pense no seu dia-a-dia e responda: que leituras (pessoal)  faz sistematicamente e qual o objetivo de cada uma delas?
B) Em sua sala de aula, que objetivos de leitura você trabalha preferencialmente e quais portadores usa em cada caso?

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

PALAVRA CANTADA

 Formação dos coordenadores Pedagógicos das EMEFs, EMIs e PACs com as formadoras Renata e Tatiana, acompanhadas das ATPs Rute e Vandy


                                                                 Vandy, Renata, Tatiana e Rute 


Nos encontros destinados aos coordenadores pedagógicos das escolas, são   discutidas todas as possibilidades de inserção do programa “AS BRINCADEIRAS MUSICAIS DA PALAVRA CANTADA” no currículo da rede. São também planejados, junto aos coordenadores, o acompanhamento do trabalho nas escolas e Evento de Finalização para a comunidade de pais.
                                                             
                     
O primeiro encontro, realizado no dia 12 de setembro, na SEDUC, teve como objetivo apresentar o Programa de Formação, junto à equipe técnica da Secretaria de Educação, para os Coordenadores Pedagógicos. Os formadores de todas as unidades escolares puderam vivenciar algumas músicas e brincadeiras e explorar os materiais do kit do professor, para juntamente com os professores multiplicadores desenvolverem a proposta na unidade escolar.


Coordenadores de EMI analisando a proposta de formação



   Formadoras Renata e Tatiana



Formadora Tatiana interagindo com os coordenadores de EMI e PAC




Coordenadores das EMEFs vivenciando uma das brincadeiras

 
Coordenadores das EMEFs e formadoras Renata e Tatiana







Encontro do grupo referência( um professor multiplicador de cada unidade escolar) com os Brincantes: Marina Pittier e Estevão Marques


Marina Pittier intervindo com os professores do grupo referência





Professores multiplicadores vivenciando uma das brincadeiras com intervenção do Brincante Estêvão Marques




Foi maravilhoso!!!!!!


sexta-feira, 15 de julho de 2011

VISITAS CULTURAIS

No próximo dia 30/07  os educadores participantes do curso de Identidade e Memória e GESTAR II, conhecerão o Museu do Café em Santos, com a finalidade de terem aulas "in loco" com ênfase na história, cultura e arte.






ATP´S responsáveis: Deborah Valle e Rute Cordeiro
Formação " in loco" - Regiane Freitas
Temática : Arte, cultura e identidade através da história do café.

No decorrer dos encontros- Ingressantes 2011











Formacão de Professores Ingressantes - Primeira Turma

A Equipe do Departamento  de Formação, no dia 06/07 ministrou o último dia do curso oferecido aos professores ingressantes 2011. O curso teve a carga horária  de 40 horas, entre encontros presenciais ,aplicabilidade  e construção de portfólio. No decorrer no curso houve muita receptividade e troca de saberes.













quinta-feira, 19 de maio de 2011

Perfil do grupo de coordenadores pedagógicos do curso

Os saberes necessários ao coordenador pedagógico: reflexões, desafios e perspectivas


Por Vandy Lima
(formadora)



Com o propósito de alinhar e discutir alguns saberes fundamentais a prática educativa  dos coordenadores de escola, trinta e cinco profissionais com experiências entre  um a trinta e dois anos no magistério,  inscreveram-se neste curso. Todos possuem graduação e doze pós graduação, um bacharel e  a maioria já realizou em média cinco cursos de atualização e aperfeiçoamento de curta e média duração.
A maioria pontua que ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar possibilidades para a sua produção e ou construção. Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender e sendo assim muitos buscam ampliar esse conhecimento junto com o seu grupo de trabalho, por meio de novas vivências e retomar os desafios próprios da função. O ato de aprender precede o ensinar, em outras palavras ensinar se dilui na experiência realmente fundamental de aprender. Quanto mais criticamente se exerça a capacidade de aprender tanto mais se constrói e desenvolve o que chamamos curiosidade epistemológica, sem o qual não alcançamos o conhecimento ( FREIRE, Pedagogia da autonomia)

Uma grande preocupação desse grupo, em que dezesseis deles tem menos de um ano na função de coordenador pedagógico, é desenvolver uma escuta atenta, pois ensinar exige  saber escutar e é sabendo escutar que aprendemos a falar. Somente quem escuta paciente e criticamente o outro, fala com ele, mesmo que em certas condições, precise de falar a ele. O que jamais faz quem aprende a escutar para poder falar com e falar impositivamente. Até quando, necessariamente, fala contra  posições ou concepções do outro, fala com ele como sujeito da escuta de sua fala crítica aprende a difícil lição de transformar o seu discurso, às vezes necessário.

Mesmo os 50% do grupo que já tem entre 1 e 10 anos na função preocupam-se e entendem o espaço pedagógico como um texto a ser lido, interpretado, escrito e reescrito. Sendo assim quanto mais possibilidades de aprendizagem democrática houver melhor e  a presença do coordenador dever revelar a capacidade de analisar, comparar, avaliar, decidir, optar, de romper com paradigmas: “ Minha capacidade de fazer justiça, de não falhar à verdade. Ético, por isso mesmo, tem que ser o meu testemunho.”

Todos priorizam a formação permanente como caminho para atender as exigências da função que prevê um profissional com base teórica adequada, provocador de boas reflexões, foco no pedagógico, credibilidade do grupo, fazer a diferença, pois ensinar exige consciência do inacabado. Esse é o ponto de partida para quem se dispõe a ser formador de professores. Onde há formação há inacabamento. E se tenho essa consciência posso ir além dele com responsabilidade e ética tornando-nos automaticamente educáveis. O respeito à autonomia  e a dignidade de cada um é um imperativo ético e os sujeitos  dialógicos aprendem e crescem na diferença, sobretudo no respeito a ela, ensinar exige bom senso, rigorosidade metódica ,segurança, humildade e pesquisa. Ensino porque busco, porque indago e me indago, educo e me educo. Pesquiso para conhecer  o que ainda não conheço e comunicar o anunciar a novidade.

Um dos saberes essenciais a qualquer educador  é acreditar que tem nas mãos o poder da mudança: ensinar exige a convicção de que a mudança é possível e que o seu papel na educação não é só na constatação, mas de quem intervém como sujeito. Não somos objetos da história, mas sujeitos igualmente, portanto constatamos para mudar... tarefa incomparavelmente mais complexa e geradora de novos saberes

No papel de coordenadores pedagógico jamais podemos ocupar uma posição neutra, pois somos os verdadeiros pensadores da educação, o que implica em  decisão, escolha , intervenção.É a  partir desse saber fundamental: mudar é difícil, mas é possível, que devemos programar nossas ações na busca de saberes específicos em que minha curiosidade se inquieta e  minha prática se baseia. É preciso ler a leitura do mundo a realidade e as necessidades da escola e criar a dialogicidade entre gestores, professores, alunos...de forma aberta, curiosa, indagadora e não apassivada, enquanto fala e enquanto ouve.  O que importa é que todos sejam concebidos como protagonistas da aprendizagem.

Antes de qualquer tentativa de discussão de técnicas, métodos... o indispensável mesmo é que o coordenador  ative a curiosidade dos professores,pois é ela que me faz perguntar,  conhecer, atuar, reconhecer. Não devemos pensar apenas sobre os conteúdos que vem sendo expostos ou discutidos pelos professores, mas a maneira aberta, dialógica, ou mais fechada e autoritária, com que este ou aquele professor ensina.


Que possamos juntos construir os verdadeiros saberes necessários ao coordenador pedagógico, na condição de nos arriscarmos, pois  o próprio pensar certo é a disponibilidade ao risco, a aceitação do novo que não pode ser negado ou acolhido só porque é novo, assim como o critério e recusa ao velho não é apenas o cronológico... o velho que preserva sua validade ou que encarna uma tradição ou marca uma presença no tempo, continua novo. E nos assumirmos como seres pensantes, comunicantes, transformadores e criadores, realizadores de sonhos, capazes de ter raiva porque somos  capazes de amar.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

"DIA MUNDIAL DE CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO"

A EMEF. Professora Dalva Barbosa Lima Janson, não deixou passar em branco o “Dia Mundial de Conscientização do Autismo” e se vestiu de azul para promover a informação e orientação ao tema.
Durante a semana que antecedeu o dia 02 de abril, houve uma grande mobilização entre os professores, ADEs, PAPs e funcionários em geral em torno do assunto e na véspera da data a maioria aderiu e veio trabalhar vestidos de azul.
Todos os alunos assistiram a um vídeo da Turma da Mônica onde foi apresentado o André, um personagem autista e de maneira lúdica todos tiveram a oportunidade de conhecer as características de uma criança com o espectro autista.
Houve também o emocionante depoimento da professora Kátia, mãe do autista Henrique de 19 anos, onde através do relato de sua vivencia com o filho nos deu uma lição de paciência, amor e perseverança.
Os alunos do AEE confeccionaram arranjos com flores azuis, que na ocasião foram dados de presente às professoras.
Todo esse movimento e mobilização aconteceram pelo fato da inclusão está inerente no coração e na prática dos profissionais da EMEF. Dalva Barbosa.
Agradeço imensamente a colaboração de toda a equipe!
Professora Cidinha Pelegrina

segunda-feira, 2 de maio de 2011

TEXTO DE APOIO- PALESTRA INDIGENISTA


Prefeitura do Município de Taboão da Serra
Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia
Departamento de Formação


UM OLHAR SOBRE OS INDÍGENAS BRASILEIROS

A escola é  acima de tudo organizada  para formar cidadãos que vão conviver numa  sociedade multicultural. A formação de um cidadão do mundo, num planeta completamente interligado  exige entender o diferente sem julgamentos de valores morais ou religiosos. Por outro lado , perceber   a diferença  muitas vezes gera o desejo de explicar, ou entender a diferença.  Como afirmou Einstein : tudo depende do ponto de vista.

Ao longo dos anos fomos fortalecendo a memória do “inconsciente coletivo”, sobre as questões indígenas, onde as visões estereotipadas oscilaram e oscilam  entre a concepção romântica de um indígena puro, inserido na natureza, ingênuo  e um índio bárbaro, selvagem e preguiçoso, empecilho para o progresso.

A primeira idéia que a maioria dos brasileiros tem sobre os índios é de que eles constituem um bloco único , com a mesma cultura, compartilhando as mesmas crenças e língua. O Tupinambá, o Mura, o Cariri Xocó, o Coropó , deixam de ter e ser cada qual em sua etnia, para se transformarem no “índio”, isto é, no “índio genérico”, aquele que se move em seus tambores, maracás , colares, pinturas corporais, danças ao redor do fogo.

Considerar as culturas indígenas como atrasadas e primitivas é um grande equívoco. Os povos produziram e produzem   saberes, ciência, arte refinada, literatura, poesia, música e religião. Muitos grupos indígenas realizaram experimentação genética com plantas, diversificando e enriquecendo as espécies. Só na região do rio Uaupés, afluente do Rio negro, no Amazonas, uma pesquisadora americana, Janete Chernella, em 1986, identificou  137 cultivares diferentes de mandioca entre os índios  Tukano.

O nosso maior desafio como educador, é perceber a figura do índio como sujeito da história, como sujeito que compartilha com os demais brasileiros o direito de ser e estar na sua terra brasilis.  Paulo Freire alerta sobre o perigo de considerarmos o outro, o diferente em nossa sociedade, como alguém que precisa de algo, demandando alguém que faça por ele, que aja por ele. Devemos ir além do olhar, refletindo  também que o Brasil não conhece o Brasil, penetrando nas mil faces e na possibilidade de uma só pátria, sem hegemonizar o pensamento e a identidade.

Nesse ritmo, a história possui uma oportunidade de ser tecida de outra forma, buscando a perspectiva étnica ,perpassando pela organização dos currículos escolares consagrado pelos novos saberes e significados, ordenando de modo significativo, sem apego exclusivo em datas comemorativas, efetivando a lei 11.645/2008, que alerta o artigo 26-A da LDB.

Só transformamos aquilo que verdadeiramente é importante para o nosso caminhar, portanto como educador só poderemos desconstruir o imaginário coletivo, observando o Brasil além da “terra a vista”, porque corpo e território se colam na imagem da “Terra Mãe”, abrindo espaço para uma  afinidade com todos os outros seres que nela habitam, nesse imenso caleidoscópio de relações humanas.


Equipe de Formação
SEDUC- 2011





BIBLIOGRAFIAS
BERGAMASCHI, Maria Aparecida Povos Indígenas & Educação - Porto Alegre, 2008. ( série projetos e práticas pedagógicas).

RICARDO, F. Terras indígenas & unidades de conservação da natureza: o desafio das sobreposições. São Paulo: Instituo Sócio –Ambiental, 2004.

CARNEIRO DA CUNHA, M. Antropologia do Brasil: mito, história e etnicidade. São Paulo. Brasiliense/ EDUSP. 1986.

CALLEFI. P. Índios no século XXI. In: Diálogos Latinos Americanos, Dinamarca, Centro de Estudos. Universidade de Aarhus. 2003.

SCANDIUZZI, P.P.Educação indígena X educação escolar indígena: uma relação etnocida em uma pesquisa etnomatemática. São Paulo: Editora UNESP, 2009.


SUGESTÃO DE VÍDEOS
Paulo Freire reflexões  ( Grupo Banzo- 1983- Vivência de Paulo Freire sobre a educação indígena)

Terras Vermelhas - Um grupo de índios Guarani-Kaiowá vive em uma fazenda trabalhando em condições de escravidão e ganham alguns trocados para posarem de atração turística. Eles decidem reivindicar a devolução das terras de seus ancestrais e começa um grande conflito com os fazendeiros.



Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.
Art. 26-A.  Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
§ 1o  O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil.
§ 2o  Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras.” (NR)


VIVENCIA O.T 12.04






PAUTA 12.04 ( EMI/EMEF)

Prefeitura do Município de Taboão da Serra
Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia
formacao@educataboao.com.br

Orientações técnicas
Coordenadores de EMEF
12/04/2011
Nada é mais deficiente que o preconceito e nada mais eficiente que o amor.
 (Val Marques)
O currículo em ação
Aprendizagem baseada em projetos

Objetivos

Ø       Socializar as aprendizagens das vivências culturais
Ø       Refletir sobre questões estruturais do currículo que permeiam os projetos
Ø       Orientar a visita  ao espaço LARAMARA

  1. Ouvir para refletir: Antes que o mundo acabe- Casa de cinema de Porto Alegre

  1. Rede de idéias

ü Cantos de impressões : Vertentes
      Para refletir: Quais são os novos observáveis a partir das vivências? Quais os procedimentos do coordenador para potencializar esses temas nas escola?
ü Impressões de viagem: África – profª Mônica Mantovani

  1. Café
                    
     4.Trabalho em grupo: As questões estruturais que permeiam os projetos                        
ü Análise de projeto institucional à luz das diretrizes do currículo escolar
     6. Orientações para visita monitorada no LARAMARA

    7.Tarefa
ü Devolutiva das pautas de HTPC



7.1 Registrar as primeiras ações para o monitoramento dos projetos pedagógicos
7.2. Enviar as pautas dos HTPC (formação em serviço) para: formacaotaboao@hotmail.com
 e  (supervisao@educataboao.com.br); toda  6ª feira anterior ao encontro.

PROXIMO ENCONTRO 26/04-SETORIAL (coordenador-diretor -supervisor e  departamento de Educação). Horário e local a confirmar

Departamento de Educação